Como um forasteira transeunte seguindo sempre o roteiro de meu silencio acompanhada pelas peripecias que vida nos presenteia, continuo sempre a minha caminhada a encalço de mim mesma , por essas ruas que tú , talvez amor, nao saiba seguir .
Hoje nao subo aos meus tablados de outrora, descobrir junto com o roteiro do meu tal silencio , que os meus tablados sao fantasia que sempre envolvo junto com poeira .
Me deixo sempre a tua espera naquela penumbra onde só até lá consegues chegar , lembra ?sempre vou até lá ...
Tú sempre se mantem absorto de mim, sempre remaneja as coisas que tú nomeia de loucura que faço, acho que voce pensa que atidudes minhas são sempre fadadas , nao são amor , são peripecia de meus oceanos internos .
TEnho sempre uma especie de euforia , as vezes eu mucho também , acho que mucho porque adimiro o papel de minha rosa no meu jardim.
Sei que as minhas opulencias para ti sao frivolos , corroi-me isso, vem ... pega em minha mão e lhe mostro que nao são tao chifrins assim quanto pensa .
-Voce vem ?




