sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Porque me deixaste aqui sozinha neste frio ? Não sentes mais vontade de me aquecer, e nem de me ver ? Culpa-me pela circustancia ? Pelo menos tenha dó de mim , visite-me aqui, onde ú me deixaste , sozinha sem ti , sem ninquem . Victoria costa

"-volte a contar tuas estrelas perto de mim, faz-me rir, viva em meu mundo, volte a seguir-me, voltemos a ser dois amantes, volte aqui. Isso é o que constantemente grito dentro de mim, isso eu pouso a sombra da noite . - eu te amo. isso eu não falo , eu balbuciu chorando ." victoria costa

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

pego-me fazendo movimentos anteriores com os olhos, endureço meu corpo , prendo o cabelo mas o prendo não por está fazendo calor ou os fios encomodar-me o faço assim como maneira de disfazer os movimentos que os olhos me detem . Preso o cabelo , ponho a mão na boca como se bocejasse de sono, mais de confissão lhe falo baixinho : - eu forçei meu bocejo , foi mais uma maneira de refujio de mim. Como mais uma escrava de dramas intimos, mantenho meus olhos presos a um ponto qualquer segundos suficientes para que me lembre de que tenho que retomar a minha servidão, desta vez estralo os meus dedos , um por um , ainda sinto os olhos com movimentos anteriores . Poucos instantes depois , aparece a minha frente um certo alguem, acomoda-se do meu lado direito, conversa-me coisas . Por motivos qua nao sei explicar a conversa nao parecia entrar dentro de mim , só ouvia ruidos e balançava a cabeça como se concordasse com um sim .O tal alguem cansado do monologo, levante-se e se vai , segue seu caminho , some , e qto a mim permaneço alí a me servi.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

sento-me , agoniada levanto-me, ando pela casa num constante vai e vem, olho as paredes, olho os quadros que há tempos espalhei pela casa mas nunca os enxerguei, adimiro paisagens alí registradas e volto a minha missão de um ser em tremenda agonia . Continuo no vai e vem pela casa.

ToNs de BrInCaDeIRa

Esse teu disfarce, encerra quando tu resolve por em protocolo, todas as tuas receitas, árduas sobre mim. O enigma é todo, por cada subdivisão quebrado, quando qualquer espécie de sub entendimento, fica explicito, a qualquer que queira mesmo saber o abstrato de todos os teus "enfeites" deitados em papel. Estes teus descritos, se observado com minuciosidades descreve apatia vista em uma nova forma de linguagem. O silencio lhe toma de forma desproposital, e lhe dá certa mobilidade ingênua, que se torna mais um ponto de partida. Um invento. Um nada. Vives. Vivemos. Com próprias e inegáveis capacidades de nos surpreender, e fazer a mão suar, os olhos gritarem de raiva. A maneira que o ser em si , resolve adotar para que o mesmo pudesse se magoar. Pura parvoíce. Olha-me de maneira oblíqua, para que não perceba o teu disfarce a pouco a pouco a si dilacerar, deixando-o de cara limpa a me enfrentar. Andamos. Todos. De mão a abanar. Chamo de procura, farejar cada espécie de rumo que se pode tomar. Os sussurros de segredos teus, lencei-os a ventos, por aí, a cada rua, a cada esquina, cada entranha. Me fez rir. Embrulhei todas as palavras, e as lancei-as todas em tons de brincadeira. Psiu! Deixe assim: um confronto de pensamentos, afoitos. A espera de qualquer coisa que possa dizer: -É o fim.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

“Hipóteses”

O meu aglomerado de frases desconexas são extraordinariamente o fértil mínimo de minha imaginação. Escuto passos, palavras, pulos e gritos, o que me fazem confusa. Confesso. Eu vivo sem saber viver, sei ser e desaparecer. Essa minha fantasia desliga o meu medo, faz com que a solidão se sinta sozinha e a ansiedade esteja sem ânsia. Acontece então toda a minha alegria de viver pondo pra fora todas as minhas tendências dominadoras. Surgiu sem querer um novo traço de amor, que invadi os meus domínios, e atropelam o acumulo de minhas palavras sem sentido. -está um pouco distorcida a minha visão. Posso aguardar a minha realidade voltar sob uma arvore numa terminada tarde, mais talvez não exista a minha realidade sejam apenas hipóteses de minhas contradições.

DIas

Os ultimos dias colocou-me em pura voracidade de servidão de mim mesma , assim fiz os meus ultimos dias :voradicamente.
Vivi assim para depressa passar-me as horas vacilantes, secas e calmas em odio, e consegui .
Deveras vivo mesmo em funçao de uma promiscua mutação sobre mim e eu mesma , quando corro e adianto os passos ... quando apressadamente caminho pela calçada tomando como referencia qualquer reta, chego a esqueçer-me total de dias secos, confesso que ás vezes em meio de uma caminhada olho para trás . Certa feita numa conversa com um terceiro ele pousou em meus timbres dizendo que lembranças são como combustiveis, precisamos dela .
Tais palavras quebram-me o gelo, a frieza, como pode alguem tão pacato falar-me assim com essa esperteza de vocabulos bem trabalhados? hoje aprendi a adimirar pacatos por fora e luxuosos por dentro.
De vez em quando nao sinto no peito as contrações, sinto o corpo ausente de transpiraçoes e vivo assim nessa infamia de um ser como eu .
Percebi diante de fatos que sou apenas alguem, mais um peito a latejar, mais um dentre toda a massa , assusta-me ás veridicas conclusões que tiro .