terça-feira, 30 de dezembro de 2008

infimo

Eventualmente, estes dias não me incitam para que eu lembre que o dia seguinte possa ser diferente.
Talvez sejam traços de um destino de quem anda sempre apressado, com o corpo gelado, as mãos vazias. Sem saber quando dar mais um passo .Seja talvez o efeito do meu defeito . Ou quem sabe, reflexos do meu espelho.
Um dia desses ainda tropeço em mim, e nesses emaranhados de frases, que só eu para compreender.
Me comporto como se fosse ínfimas palavras saídas de sua boca , palavras que quando entram em meus timbres , sufocam-me. Entende?
Precisa ver , quando meu corpo , gela por inteiro , quando tu , me arranca lagrimas. E te confesso, prefiro deixá-las cair bem longe de ti.
Você consegue enxergar ventos e vendavais ?Você mal consegue me ver. Por mais que queira entender , nada se repete , são conseqüências de dias fugaz e breves.Você. Queira me entender.
Ou posso acomodar-me ás rotinas.Tu não consegues perceber do que falo? Falei-te de mim. Da confusão. Do turbilhão de cores. Do sentindo.
Surpreende-me sempre amor...

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

entre mim e vc

*Nesta derivada rotina de tú coabitanto a tua existência em mim , facino-me com a essência que nos liga .
Às vezes vejo os papéis deitados na mesa, papéis com descritos de planos que só nós para entender , são os meus e os seus propositos deveras esquecidos em frações que nos deixamos levar .
Perdemos de vez o impulso deste baloiço, que perde a ritimia da velocidade e , se põe em constante vai e vem que nos quiser levar .
O estoicismo de meu procedimento causa-te grande admiração.
As nossas constantes razões, perpetuam nas certezas de nossa segurança interior, quanto ao suscinto estoicismo , se procurares direito não encontrarás .
Nos deixamos presos a contratempos sem zelo , coisas fugaz .
está estancando tudo, que eu quis guardar .